terça-feira, 8 de setembro de 2009

POESÓDIAS


POESÓDIAS

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POECÍDIO

2 comentários:

Danilo de Abreu Lima disse...

marcos,gostei desse seu poema meio visual meio concreto- mas não concrdo com o poecidio e com o poefaka...toda palavra tem seu encanto e não é em vão: vide Tristan tzara e o dadaísmo. O poema n~çao tem que ter mensagem- tem que impactar e provocar contemplação... essa é a ins/ piração... Fake são os nossos tempos e os homens de hoje- que enganam e simulam. Os poemas náo, sempred irão dizer alguma coisa, mesmo desdizendo.
Grande abraço alvinopolense
Danilo.

Marcos Martino disse...

Danilo... complicado explicar o que motiva uma expressão, poética ou não. Tanto o poesódias (poemas paródias) como o fakesias tem a ver mesmo com a tendência ao simulácro, em voga em tempos pós-modernos. . Não são as palavras que são vãs, mas as rimas, que já não são as únicas a causar efeitos minimalistas.
As limas sãs, pela economia que vem principalmente da publicidade que impõe enxugamento, pois tempo custa dinheiro.
O que sempre escrevi, Danilo, são letras de músicas. Nunca fui reconhecido como poeta e isso me dá uma certa liberdade. As vezes me aventuro a pensar de forma mais sincopada , mas sem formalismos que engessem a escrita. Por isso, melhor mesmo que cometa um Poecídio kamikaze e que seja uma outra coisa que não poeta.