domingo, 9 de setembro de 2012

CENÁRIO POLÍTICO ALVINOPOLENSE EM SETEMBRO

Um cenário até interessante em Alvinópolis. De um lado o prefeito João Galo Indio, que priorizou e promete dar sequencia e continuar investindo no que acredita ser o principal, que é a saúde . O povo espera para ver o que o seu plano do governo. Do plano anterior, deixou de cumprir muitas metas. Mas cumpriu as principais, que foram na área da saúde. Tem como vice o ex-secretário de saúde, Leão, que é meu primo. Pretende dar sequencia e acredita que em 8 anos consegue consolidar o que sonha para a cidade. Já o candidato do PMDB, Milton, vem com a força de quem já foi prefeito e que tem um grupo mais coeso. Tem como vice o meu primo Taioba. Mesmo com ameaça de ter a candidatura impugnada, sempre esteve à frente das pesquisas. Vem lutando bravamente e conseguiu registrar a candidatura e com isso, pelo menos por enquanto é candidatíssimo. A terceira é o Nem de Carlito. Ele aglutina dissidência de Galo Índio. Nem é um sujeito inteligente, que tem muita energia e capacidade administrativa, tanto que é destacado presidente da Associação Comercial de Alvinópolis, tendo seu trabalho reconhecido em nível estadual. Com a candidatura do Nem, matematicamente vê-se que há um enfraquecimento do Galo em termos de votos. Ele traz com ele destacados líderes políticos Alvinopolenses. Tem ainda o PT com a candidatura de Sérgio Augusto, que também é oposição ao galo pelo fato de não ter tido grande autonomia dentro do governo,embora figurasse como vice-prefeito. No grupo do PT, muita gente esclarecida, pessoas de ideologia e de boas ideias, principalmente na área social. Assim, a situação em Alvinópolis é " todos contra o galo". Já está sendo um bombardeio de todos os lados. Resta saber como o povo está entendendo isso. Dizem que existem pesquisas que dão ampla frente ao Milton. Só chamando o Baião da Itatiaia pra analisar os números. Muita água pra rolar debaixo da ponte ainda. Como política é igual nuvem, vamos aguardar os planos de governo e as cenas dos próximos capítulos...

quarta-feira, 25 de julho de 2012

MADE IN ALVINÓPOLIS




Desde pequeno ouço dizer que em Fonseca tem minério, que será uma reserva para daqui há alguns anos.  Já ouvi contar também histórias mirabolantes, de que lá em alguns locais, emana um cheiro forte de querosene. Se considerarmos  a proximidade com Santa Bárbara,Catas Altas e São Gonçalo, cidades eminentemente mineradores, temos razões até pra suspeitar que sobrou um pouco para Alvinópolis. Aliás, bom que se diga, todo dia descobrem novas minas nessas cidades, crescendo o fundo de participação desses municípios e consequentemente o PIB e o IDH. Em Santa Bárbara, pelo que me informaram, por causa de novos veios de exploração, a arrecadação vai triplicar no próximo ano. Essas cidades, que já compuseram o circuito do ouro, hoje compõem o circuito do minério e estão cada vez mais ricas. E Alvinópolis? Bom, Alvinópolis não tem ouro, não tem minério, mas tem terras férteis. Nós não tiramos minério da terra. Nós tiramos feijão, mandioca, milho, eucalipto, hortaliças. Se recorrermos a história, perceberemos que as coisas não mudaram tanto. Na época da exploração do ouro, enquanto as cidades circundantes cavucavam ou bateiavam em busco do metal dourado, Alvinópolis abastecia as cidades de viveres, abastecia as tropas que passavam, alimentava a Capitania das Minas Gerais. Ai fico pensando em nossas vocações  naturais. Cidades como Alvinópolis, Dom Silvério, São Domingos do Prata, Dionísio, Goiabal e Sem Peixe tem isso em comum. Aparentemente, localizam-se próximos dos vizinhos ricos e tem índices de desenvolvimento muito inferiores. Pra muitos, dá um desânimo ver os municípios próximos só crescendo, enquanto os citados tem populações que vem diminuindo com os anos e poucas realizações de vulto.  Quando digo aparentemente, o faço por ser a agropecuária uma atividade perene, enquanto o minério vai acabar um dia. Nossas cidades anseiam por desenvolver-se mais, porém, não conseguiram configurar cenários favoráveis. Cidades como Patos de Minas, por exemplo, conseguiram se tornar polos, tendo a agropecuária como principal atividade. Mas para isso, tem algumas condições favoráveis. Tem terras férteis, muitos terrenos planos, foram ousados no sentido de industrializar, mecanizar sua agropecuária com o que existe de mais sofisticado. Nossa situação é um pouco diferente, pois embora tenhamos uma agropecuária forte, temos um relevo predominantemente montanhoso e pouca infraestrutura de escoamento do que se produz. Além do mais, não temos industrias de beneficiamento, que gerem produtos com poder agregado. Temos a Cia Fabril Mascarenhas, que há séculos produz tecidos. Temos a Bio Extratus que produz shampoos e cosméticos naturais. Em São Domingos do Prata tem os Produtos Anchieta, que simplesmente industrializa o que é produzido por lá e coloca no mercado. É uma marca forte e de excelente saída. Talvez os temperos Dona Zita seja uma empresa que se aproxima dessa visão. to não sei até que ponto utiliza insumos locais.  Algumas perguntas pra finalizar o texto. Não estaria na hora de retornarmos com nossa Exposição agropecuária e Industrial, como uma forma não apenas de levar lazer à população, mas de criarmos seminários, discussões sobre como tornar a nossa vocação (agropecuária) cada vez mais forte? Não estaria na hora dos empreendedores, de alguns visionários pensarem na criação de uma industrial local que beneficie, estude, crie embalagens e venda o que produzimos de melhor, com selo made in Alvinópolis?  

terça-feira, 26 de junho de 2012

PASSEIO NA TORRE E O CENSO ERRADO



Fui fazer uma caminhada com meu mano Roger e pude ver um pouco dos novos limites da cidade. Sempre traçamos rotas alternativas. O Roger,o Ronaldinho e o Luizinho Parreco conhecem trilhas muito interessantes, onde podemos olhar a cidade por ângulos inusitados. Desta vez fomos a torre de televisão, passando por um caminho que passa ali na região do carimba, perto do antigo campo do Pitoco. Aliás, o Pitoco não existe mais. Um loteamento bacana vem surgindo ali atrás.
Eu e o Roger fomos subindo, desbravando um vale cheio de aranhas e teias, pulando cercas de arame farpado, até chegarmos ao topo, a deliciosa região da torre, com seu ar puro e vento já começando a esfriar. No caminho nos alertaram sobre os perigos de ficar perto da torre, onde o magnetismo é alto. Dali de cima, me impressionou o que vi. A primeira constatação foi que a cabeleira do Cemitério estava refeita, frondosa, parecendo aqueles negões black power, tipo Michael Jackson em tempos de Jackson Five. 
Vi lá de cima também uma imensa escadaria, imagino que pensada para unir o bairro do asilo com a rua de cima. Uma coisa que me impressionou bastante também foi ver que ali perto do campo do monte agora existe um conglomerado de casas e construções de vários andares. Vi também que a construção civíl está bombando, pois são construções e obras demais. Vi também que na rua de cima existe uma mata bonita acima das ruas principais que daria no futuro, quem sabe um parque florestal preservado. De cima vi principalmente que o meu amigo Jovelino tem razão. Se a cidade cresceu e cresce tanto, como é que a população só vem diminuindo? Será que houve erro nos censos passados ou existe uma deliberada atitude de esconder a população real por causa de algum tipo de classificação que possa representar prejuízos pra cidade? Vai saber...

domingo, 20 de maio de 2012

10 MANDAMENTOS DE UM BOM PREFEITO


Fiquei pensando comigo...quais seriam os mandamentos para que um prefeito fizesse uma boa administração na cidade? De sopetão, escrevi uma lista, mas que pode ser acrescida de outras qualidades também importantes. Mas vejam a que saiu:


1) - Um bom prefeito em primeiro lugar deve mostrar ao eleitorado que conhece a fundo as finanças da prefeitura . 

2) - Em segundo, não pode prometer aquilo que não tem condições de cumprir. 

3) - Em terceiro, deve abrir mão das festas  caras, investindo mais nos artistas da cidade. 

4) - Em quarto, tem de ter deputados parceiros pra buscar recursos e tentar atrair empresas. 

5) - Em quinto, deve ter um mapa do município e contemplar todas as comunidades com serviços e benfeitorias.

6) - Em sexto, deve dar uma volta todas as manhãs de carro pela cidade para ver os principais problemas. 

7) - Em sétimo, deve continuar convivendo e interagindo com o povo, frequentando os principais espaços. 

8) - Em oitavo, deve governar para todos, estabelecendo um diálogo civilizado com outros grupos e mantendo a população informada sobre tudo que envolva a administração. 

9) - Em nono, deve ter voz de comando pra ser respeitado 

10) -Em décimo. conseguir calar o ego e a vaidade para evitar os puxa-sacos que impedem que os líderes enxerguem a realidade e possam intervir. 

PEGUEI MAIS UMA LISTA DO FREI MARTINHO NA INTERNET, UM BLOG QUE TEM COMO FILOSOFIA A IMPARCIALIDADE. 

1° colocar gente honesta e competente nos cargos de responsabilidade, se possível sem vínculo político.
 
2° tornar as contas e atos da administração transparentes.
 
3° cancelar o concurso público sob suspeita.
 
4° parar de nomear apaniguados para comporem os Conselhos Municipais.
 
5° não dar sequência a contratos milionários que são contestados judicialmente ou pelo tribunal de contas, a fim de poupar que o patrimônio do Município seja transferido para particulares.
 
6° dar o exemplo pessoal como autoridade do Município, ou seja, não beber á ponto de ficar embriagado, não ser mentiroso, não ser promíscuo, respeitar a família sob todos os aspectos, não ser desonesto e achar que ninguém vai ficar sabendo dos trambiques, não fazer acertos em detrimento do Município, não pagar veículos de comunicação para se livrar de críticas, enfim, que seja um homem de verdade. Que a dignidade seja o caminho escolhido.
 
7° dar prioridade para a Educação - Valorizar a figura do professor e, sobretudo valorizando seu salário. O professor precisa se sentir reconhecido pela administração pública, não se pode cobrar de uma classe trabalhadora sendo que seu salário mal dar para as necessidades básicas do dia-a-dia e deixar de ser hipócrita.
 
8° excluir qualquer ato ou atitude que lembre alguma coisa como perseguição política. O prefeito que persegue, maltrata e até mesmo demite, aquele servidor humilde, honesto, simplesmente porque este tem opinião, pensamento diferente da sua. A liberdade de expressão há de ser respeitada dentro daquilo que chamo de respeito mutuo.
 
9° um bom prefeito é aquele que é administrador, empreendedor e busca soluções para o desemprego é uma meta não a ser buscada, mais sim alcançada. Busca permanente por parcerias empresariais e todos aqueles que podem e tem capacidade financeira de investir no município.
 
10° e por ultimo um bom prefeito não é aquele adorado, idolatrado, e sim aquele respeitado. O bom prefeito é aquele que têm consciência de seu poder perante a opinião do povo; o bom prefeito é aquele que se esforça para ser honesto, sem que para isto tenha que ser humilde; o bom prefeito sabe ouvir, observar, para somente daí tomar as decisões importantes, há de ser esperto muito mais que inteligente, é aceitável admitir erros de um bom prefeito, mais a burrice vem de burro, jumento, esta ninguém aceita. O bom prefeito, principalmente os de cidades pequenas, é aquele que anda sempre sem dinheiro no bolso, o bom prefeito é aquele que é bom sem ser idiota, sem ser pateta, o bom prefeito é raro, sua existência incomoda, ou será que ele não existe?



quarta-feira, 16 de maio de 2012

SONHOS FARAÔNICOS DO MARCOS MARTINO


Gustavo opinou no mural do Alvinews classificando meus sonhos como faraônicos. Uai, será que fui faraó na outra encarnação? Que nada. Um humilde morador da parte alta abandonada e nada mais. Alguns sonhos podem ser um tanto  utópicos até que realizados. Mas quem sabe? Discordar ou concordar faz parte do jogo democrático. Mas perguntem ao Milton, ao João Galo Índio, ao Marcinho, ao Sr Nilo Gomes se dá pra administrar uma cidade sem apoios estaduais ou federais. Garanto que não. Mas vejam abaixo algumas idéias que o Gustava classificou como faraônicas. Algumas difíceis de se realizar, outras sem perspectivas no momento, mas se não sonhar, se não planejar e correr atrás, não sai nunca. Então sonhemos e façamos. Vamos as idéias ( já publicados no alvinews).
  • Transformação do Parque de exposições num espaço multiuso e realização de feiras multissetoriais por lá.
  • Retomar o projeto do Ginásio inconcluso do Parque de exposições – que está abandonado e cheio de  mato. Reavaliar seu uso. Para mim,  terá maior utilidade transformado em centro de convenções, teatro, espaço para shows, formaturas, com salas e até espaço para exposições, arquivo e biblioteca. Dizem que está travado no ministério público. Então que destravem...
  • Asfaltamento até os distrito de Major Ezequiel – trata-se de um distrito já muito próximo da BR. Com poucos quilômetros dá pra integrar o distrito de forma muito mais forte.
  • Asfaltamento até Fonseca – um distrito mais distante, que sempre se sentiu abandonado pela sede, tanto que interage mais com Santa Bárbara que é mais próxima. O asfaltamento até o distrito seria importante em muitos sentidos. Não apenas para escoamento de produção agrícola, mas para abertura de novas fronteiras industriais, minerais e turísticas.
  • Cenário positivo – dois eventos importantes acontecerão nos próximos meses, que serão a Copa do Mundo de 2014 e a duplicação da BR 381. Com isso, haverá demanda por rodovias alternativas. O Governo do estado está com o projeto Caminhos de Minas, que pretende asfalta novas vias no estado. O cenário não poderia ser melhor. Existem outros trajetos importantes também, como o que foi sugerido por uma internauta, ligando por Asfalto Alvinópolis e Mariana.
  • Reforma da Praça São Sebastião – sonhar nunca é demais e em princípio, não tem nem custo. Pois é. Parece voz geral que poucos gostam da praça do jeito que está. Quem gosta é pela praticidade do novo desenho. Então, o que precisamos é de um projeto que agrade aos olhos de quem vê ( com um pouco mais de paisagismo), com a parte de jardins muito bem feita, com um piso bonito de se ver e bom de se pisar ( sem desníveis),  que seja agradável de se frequentar. Por exemplo, os banquinhos que existiam eram ilhas, bons de se sentar, namorar, enfim.  Do jeito que ficou,  tem de sentar todo mundo junto naquela roda. Coletivar os namoricos é complicado. Mas finalizando o tópico, olhar preço, montar um projeto, buscar recursos não fica caro. Pelo contrário: sai de graça pro município. O negócio é aparecer alguém que tope a empreitada e busque a verba. Quem se habilita?
  • Descentralização –O município é grande, mas quase todo ocupado com  pastagens. Será que tem alguém pensando no enorme potencial econômico do município como um todo? Haverá espaço para descentralizar? Para por exemplo, criar distritos industriais nos distritos e vilarejos? É uma pergunta que não sei responder.
  • Cultura – vejo a cultura local como uma esfera diferente, que precisa extrapolar as paredes partidárias e ideológicas. Tem pessoas muito boas em todos os grupos políticos.: independente de quem vencer a política, penso que os agentes  culturais precisam continuar dialogando,  interagindo e pensando a cultura local. O problema da cultura é a falta de percepção de sua importância por parte do eleitorado e até por parte dos políticos, que não veem no segmento um ponto de angariar votos. Só os estadistas, os políticos com P Maiúsculo conseguem enxergar a importância da cultura para a formação dos cidadãos. 
  • Calendário obrigatório - em minha opinião, a cidade deveria ter um calendário obrigatório, com eventos contemplados com recursos para a sua realização, recursos esses aprovados pela câmara e no orçamento do município, para eventos como o FESTIVAL da MÚSICA, FESTA DA CHITA, CARNAVAL E EXPOSIÇÃO AGROPECUÁRIA. IAL e ANIVERSÁRIO DA CIDADE. 

domingo, 13 de maio de 2012

PUXÃO DE ORELHAS

Já levei puxão de orelha de tudo enquanto é jeito por escrever sobre política. Embora tente ser imparcial, as pessoas não tem essa leitura. Se escrevo algo sobre a Praça São Sebastião, a turma do PMDB se sente agredida. Se repito o que chega ao meu conhecimento, da cidade estar feia e cheia de buracos, a turma do galo se descontenta. O certo é que ninguém gosta de crítica. E sendo sincero: o quadro político da cidade está muito indefinido e não tenho a mínima noção em quem vou votar. Alguns podem até cogitar: - Ah, o Marcos Martino é simpatizante do DEM. Que coisa. Nunca tive essa ligação com o Democratas, PFL, Arena ou como queiram. Tive e tenho afinidades com pessoas. como tenho com gente de todos os partidos. E uma coisa curiosa: não sei nem se ainda vale, se já expirou, mas em Alvinópolis fui filiado ao PMDB. Como não pedi desfiliação nem me filiei a outro partido, devo ser filiado até hoje. Filiei-me a pedido da minha mãe, para atender a uma demanda do meu primo José Eduardo há muitos anos atrás. Mas a turma do PMDB ficou brava comigo por causa de uma tal carta que circulou em Alvinópolis falando sobre uma provável inegibilidade do Milton. Vejam o paradoxo: não fui em quem lancei a carta. Apenas fiz uma pergunta a partir do que me disseram na rua. Depois alguém publicou a tal carta no facebook, aliás, não era uma carta, mas um relatório do TCE. Essa foi inclusive uma das razões de eu ter tirado o grupo do ar. Primeiro porque podem surgir fakes com identidades falsas e depois porque estavam aparecendo postagens com denúncias infundadas e eu não tenho tempo de ficar o dia inteiro vigiando. Mas diante do exposto, entendo por que tanta gente boa evita se expor. A partir do momento que você se posiciona em qualquer assunto, acaba de uma forma ou de outra atingindo alguém ou algum interesse e criando inimigos aqui e acolá. O problema é que, se todos se calarem, se ninguém se expressar ou se indignar, se não houver contraponto, não haverá mais cidadania, só complacência com todo tipo de desmando. Eu só quero uma coisa: o melhor pra Alvinópolis. Eu, como muita gente que ama essa terra, sonho com prefeito ou prefeita que possa nos resgatar o orgulho de sermos Alvinopolenses. Muito se fala de prefeitos maravilhosos que tivemos no passado, que realmente transformaram a cidade,  mas não podemos ficar nos vangloriando do passado. Precisamos agir é no presente e teremos esse poder com nossos votos. Então, que tenhamos menos paixão e mais amor pela cidade. Que desta vez invertamos a lógica convencional e votemos com a razão e não com o coração. 


quinta-feira, 10 de maio de 2012

A PRAÇA DA BAIXADA - DESARMANDO OS ESPÍRITOS


FAZENDO JUSTIÇA AO PMDB

Pessoal, sejamos justos. O que a administração Pmdebista tentou foi  resolver certos problemas reclamados na época, como a difícil manutenção da grama, já exaurida, como a questão de algumas árvores já podres, que segundo estudos, precisavam ser retiradas.

SÓ QUE ALGUMAS COISAS NÃO DERAM CERTO

Aumentaram a área cimentada diminuindo a quantidade de área verde como forma de diminuir a grama, constantemente pisoteada nos eventos. O bloquete utilizado na praça, pra mim não foi o ideal. Pode ser funcional, mas muito rústico, feito para superfícies de carga maior. Além do mais, o nivelamento do piso também revelou-se deficiente, revelando desníveis que são feios esteticamente e ainda produzem acidentes. Outra coisa foi a obra de arte colocada no centro da praça, que acabou não tendo grande aprovação.

ESPAÇOS DE CONVIVÊNCIA

Os banquinhos da praça também foram substituídos.Os bancos anteriores permitiam vários tipos de interações. Eram usados pelos namorados, pelos amigos, pelas turmas, para o pessoal que ia tocar violão, contar piadas, etc. Os assentos atuais são coletivos e permitem interações diferentes. Pode até ser pensada uma configuração mista, mas o importante é oferecer alternativas para os encontros entre as pessoas. A praça é principalmente um espaço de convivência. 

NINGUÉM GOSTA DE SER CRITICADO

As pessoas que fazem as coisas se sentem injustiçadas quando criticadas, pois suaram sangue para que a obra acontecesse. Mas como disse Renato Russo, “não há tempo perdido”. O que foi feito pode servir de base para o que virá.

O QUE FEZ A ATUAL ADMINISTRAÇÃO

O prefeito atual também não promoveu grandes reformas. Só algumas ações pontuais até louváveis, como a prática de esportes (quadra de peteca) e agora a academia popular. Quer dizer, fez intervenções, mas não reformas. Talvez, por apostar todas as fichas na saúde, principal bandeira de campanha, não dê para priorizar outras áreas. Mas está sempre em tempo. 

PRAÇA NÃO DÁ VOTO?

Há quem diga que o grosso da população não está nem aí. Eu já vejo de outra forma. A praça é onde Alvinópolis se encontra, onde recebe os amigos de outras cidades, espaço de convivência e civilidade. É como se fosse uma sala de estar, portanto deve ser bonita, bem cuidada e funcional. Os cidadãos se sentem orgulhosos de sua praça e os visitantes também tem uma excelente impressão da cidade. 

A PRIMEIRA IMPRESSÃO É QUE FICA 

As pessoas chegam a Alvinópolis, passam pela Bio-Extratus, pela Cia Fabril Mascarenhas e depois desembocam numa praça enorme, linda, aberta para todos. Não pode ter impressão melhor.

REPERCUSSÃO NA INTERNET

De uma maneira geral, a repercussão dos movimentos dos AMIGOS da PRAÇA tem sido boa. Muitos projetos e ideias apareceram. Agora, o que falta é transformar esses sonhos em realidade. Tava vendo o mural do Alvinews. Apareceram algumas boas idéias lá.

ENGENHEIROS E PROFISSIONAIS VOLUNTÁRIOS

Alguém sugeriu vários nomes de engenheiros e arquitetos Alvinopolenses. Quem poderia cooptar esse pessoal para uma conversa? Quem tem contato dessa galera? Poderíamos convidar essa pessoas para uma conversa? Teria de partir de quem? Sugiro uma conversa no Industrial, uma instituição legítima da praça.

AGENTES POLÍTICOS QUE PODEM AJUDAR

Alguém citou que pra fazer tem de ter o apoio da Prefeitura. Eu duvido que o prefeito João Galo Indio crie qualquer problema. Muito pelo contrário. Mas é obvio que falamos de política e as coisas precisam ser bem concatenadas. De qualquer maneira, sem um bom projeto na mão, nada feito. Mas que tal então evoluirmos no projeto e termos um orçamento em mãos, prevendo as intervenções, discutindo com os moradores da praça, enfim, interagindo com a comunidade. Depois será correr atrás dos recursos em niveis estadual e federal. 

EU ACREDITO

Como disse o Pedrinho, para este ano será impossível, posto que é ano político e nada pode ser feito. Mas para 2013 é mais que possível. Que tal já irmos providenciando esse projeto, oferecendo-o de presente para os futuros administradores da cidade? Que tal despolitizarmos a praça, para que pelo menos uma vez na vida consigamos fazer algo de consenso, algo com que possamos nos orgulhar e onde a família alvinopolense se reconheça? Depende principalmente do nosso amor pela cidade. Pra isso, esse amor terá de derrotar o ódio que vem da política. É difícil, mas eu acredito.