quinta-feira, 8 de abril de 2010

INIMIGOS DO FESTIVAL

Sei que o Festival da Música tem seus inimigos. Já me foi dito por pessoas de bom nível que é só falar em Festival que muita gente começa a torcer a cara, a dizer que odeia, que é um evento que deve acabar, pois só agrada a meia-duzia. O que me assusta é ouvir esse tipo de argumento de pessoas de bom nível. Se formos pensar bem, escola é uma coisa que as pessoas só vão por que tem mesmo de ir, por obrigação. Se você der opção para as pessoas de não ir a escola, a maioria vai matar aula. Pois bem! Então vamos acabar com as escolas. Pra maioria, ler livro não tá com nada. Bons mesmo são o jornal super e a revista caras. Vamos acabar com os livros então. Outra coisa chata é a tal da poesia, da literatura. Trem chato, sem nenhuma necessidade prática. Vamos acabar com essa tal de poesia. Vamos dinamitar a música clássica, o jazz, o chorinho. Vamos tocar apenas sertanejo, axé e funk. Os outros gêneros merecem morrer. Santa ignorância, hein batman? As vezes me lembro de uma canção dos Engenheiros do Hawai que diz: "eu me sinto um estrangeiro", aliás, talvez estrangeiro seja pouco. Tô mais para Alien... Só que os Aliens não desistem jamais. Vejo nos olhos da meninada festivaleira o brilho que já tive um dia. É uma galera talentosa, que ainda está dando os primeiros passos, mas já mostra evolução. Num Festival de Música, são pelos menos 20 músicos novos que se revelam, tendo a oportunidade de mostrar sua criatividade para um bom público. Mas com tudo isso, ainda tem gente que é contra, que trabalha contra, que faz lobby contrário. Mas não tem problema. Chegamos ate os 30 e se Deus quiser e depender dos Alvinopolenses da gema, chegará aos 60 e daí vai...

sexta-feira, 2 de abril de 2010

PITAQUEANDO

RUA DE CIMA

Como anda a rua de cima? A esquina do Chiquito, pelo que me disseram recebeu muitas melhorias né? E O Bambuzal tá no lugar, com a cabeleira bem cuidada? Não tá precisando usar boina que nem eu não, né? A Rua São José, como está? Como está aquele calçamento, que sempre foi irregular? Como anda a praça Padre João Bosco, que da última vez em que estive na cidade estava meio judiada? E aquele muro da igreja matriz? Tá pintadinho de branco ou com rachaduras pretas, sujo, feioso? E os paralelepipedos da rua da igreja? Não tirem de lá hein? Pelamordedeus.

RUA DO FOGO

Puxa vida. Um alivio quando a gente sobe a pé da baixada no tempo de frio e chega no alto, depois de subir da ladeira dos Italianos. Só quem conhece o trajeto sabe o efeito. Quando a gente chega no topo, a temperatura aumenta em muitos graus. Fenômeno incrível. Será que é por isso que se chama rua do fogo? Vai saber...

BAIXADA

A turma tá jogando peteca ainda? Não desviciaram? Alguém reclamou de falta de esporte no Alvinews. Pelo menos o povo anda petequeando.

ESPORTES

Mas realmente, quem lê aquele artigo do Afonso sente saudades. E quem não viu pelo menos um pouco da glória do Industrial e Alvinopolense, sente saudades assim mesmo. Saudades do que não viu e os mais antigos contam.

GASPAR

E o Bairro do Gaspar? Continua com aquele asfalto meia boca? Puxa vida. Aquilo sempre me deu um desespero danado. Ninguém consegue arrumar Quando chove então é uma barreira que desce do bairro do monte e a cidade fica toda amarelada, barrenta. São coisas que acontecem há anos mas ninguém cuida. Parece que nem faz diferença.

COBERTOR CURTO

A Prefeitura recebe o dinheiro do fundo de participação e tem de dividir esse dinheiro para vários objetivos. Não sobra pra muitas coisas que parecem essenciais. O próprio prédio da prefeitura está caindo aos pedaços. A realidade é cruel. Os prefeitos tem culpa no cartório, pois incham as folhas.

REVITALIZAÇÃO URBANA

Algumas cidades conseguiram realizar um trabalho bacano de revitalização através de parceria com os moradores e desconto em IPTU de quem cuidar bem de sua calçada. Quem sabe não seria esse um caminho para Alvinópolis?

CALÇAMENTO DA AV ANTONIO CARLOS


Vixe, Galo Indio. Eu sei que você é doido pra arrumar a rede de esgotos e calçar direito, mas tem de ter um prazo praquilo ali. Muita covardia com os pobres motoristas. Sabemos que a culpa não é sua, mas o povo ia ficar muito grato viu.

EDUCAÇÃO

Fico sabendo só pelo mural do alvinews e só aparece gente pra descer a lenha. Como poucos aparecem para defender, fica a impressão de que a coisa realmente não tá boa. Não acham importante interagir através da internet? Conversar com o povo? Informar sobre as ações da pasta?

PARQUE DE EXPOSIÇÕES

Tem de cuidar daquilo ali. Me disseram que aquele ginásio que me dá uma raiva danada, pois me senti passado para trás, vai ser finalmente concluído com outra configuração. Será mais um ponto pro Galo Inidio se conseguir. Será desentortar algo que já parecia perdido.

CAMPO DE AVIAÇÃO

Fazer ali de lixão é um erro tremendo, Galo. Descubram um lugar bem feioso para colocar o lixo da cidade, um despenhadeiro , um local desértico, sem vida. O campo tem a melhor vista do mar de montanhas, é um espaço onde as pessoas podem aprender a dirigir, que também serve como motel gratúito, como campo de pouso para discos voadores, enfim, um espaço multiuso, com teto baixo, onde quase podemos tocar as mãos de Deus.

DISPOIS NÓS CONTINUA

Vou parando por aqui, pois a pilha tá acabando. Depois retomo para essa conversa com a minha terra. Prú Tchá!

domingo, 28 de março de 2010

AINDA SOBRE O FESTIVAL


Num Blog que tenho em Monlevade, há pouco tempo escrevi sobre a lição do boxe, de que os grandes pugilistas não são aqueles que sabem bater, mas os que suportam as porradas sem cair. Pois é, pessoal. Vira que mexe alguém me dá uma cacetada. Vou capengando mas aguentando de pé. Não adianta. Por mais bem intencionados que sejamos, sempre haverá alguém para nos atacar, nos achincalhar. Faz parte. Mas não vou dizer que acho agradável. Bom, feito o preâmbulo, entrarei no principal. No ano passado, fizemos o festival à partir de reuniões que tivemos na prefeitura. Nesta reunião, participaram pessoas convidadas pelo vice-prefeito Sérgio Augusto. Dali começamos a modelar o que foi o festival do ano passado. Conheci pessoas sensacionais, que vestiram a camisa com força, como o incansável Alessandro, sujeito supimpa e amigo que muito valorizei e valorizo. Falei também numa mensagem anterior de algumas pessoas da prefeitura que arregaçaram as mangas e ajudaram com força. Marina e Clara foram fundamentais, assim como Mariângela, o pessoal que ficou no alojamento, enfim, um monte de gente que ajudou com força. Só que o festival deste ano tem um diferencial: São 30 anos de realização. Minha idéia é juntar o passado, o presente e o futuro. Trazer de volta algumas pessoas, Alvinopolenses que foram fundamentais nos festivais do passado, pessoas que participaram nos festivais recentes, plantando as sementes dos festivais do futuro ( as revelações que já vem pululando em nossa cidade). Para o pessoal que participou no ano passado, peço novamente a compreensão de que o festival tem uma memória, uma vivência de anos que formatou determinadas regras que tenham certeza, podem não ser benéficas para interesses individuais, mas são importantes para a credibilidade e longevidade do evento. O Festival só faz 30 anos por causa de cuidados, de ações corretivas que foram tomadas por pessoas como Joãozinho, Fred Ozanan, Jovelino, entre outros num passado não muito remoto. Vamos positivar, pessoal. Nos próximos dias, vamos ver se marcamos uma reunião ampla para discutir o festival. Lancei apenas alguns anzóis na postagem anterior. O debate está aberto.

sábado, 20 de março de 2010

30 ANOS DE FESTIVAL DE ALVINÓPOLIS


30º FESTIVAL DA MÚSICA EM ALVINÓPOLIS

Poucas cidades conseguem realizar eventos culturais com tanta longevidade como a cidade Mineira de Alvinópolis. Podemos contar nos dedos os eventos que conseguem transcender a marca dos 10 anos. Por isso, fazer 30 Festivais da Canção é uma marca a ser comemorada e que merece uma edição à altura.

Realizado pela primeira vez em 1976, o Festival de Alvinópolis vem mantendo acesa à chama da cultura, do ineditismo, da música fora de série, de produção artesanal e única.

Nas 29 edições anteriores estiveram representadas cerca de 200 cidades e mais de 2.000 artistas de Minas e de várias partes do país, com público médio de 5.000 pessoas por edição.

Por todas essas razões, a organização deste ano buscará contar um pouco dessa história, homenageando aqueles que ajudaram a trazer o evento até aqui e projetar o festival que queremos para o futuro.

NOVIDADES PARA O FESTIVAL 30 ANOS

O festival em 2010 será realizado com entrada franca na Praça São Sebastião. nos dias 23,24 e 25 de julho. A diferença é que a mostra competitiva acontecerá em apenas dois dias (25 e 26), com eliminatórias na sexta e sábado e premiação dos vencedores no próprio sábado, após show de excelente nível que já está sendo negociado. A iniciativa visa corrigir um problema que vem acontecendo nos últimos anos, quando os prêmios aos vencedores são entregues sem público, esvaziando a importância das premiações. No domingo haverá palco livre, com espaço para que os artistas locais e visitantes mostrem seus trabalhos.

COMISSÃO 2010

A organização do Festival 2010 começou a ser conversada há alguns sábados atrás, em uma reunião com a presença de Marina de Darcy, Clara, , o Prefeito João Galo Índio, Mônica Vieira ( Bio Extratus), a Professora Renata e o novo diretor da Casa de Cultura, Geraldo Magela. Foram convidados ainda a integrar a comissão Paulo Hosken, sócio da Filmavídeo, Juninho do Alvinews e Ângelo Hosken, da Krawy. Outras pessoas ainda virão a somar nesse esforço de fazer um ótimo festival em 2010. A organização tem outras idéias que serão realizadas caso haja interesse por parte da comunidade artística, como realização de FÓRUM de discussões sobre o Festival, produção de vídeo sobre a sua história, mostras paralelas, Tenda da Cultura, com Banca de Cds e souvenirs (com artigos dos artistas locais e do festival), livreto com as letras das músicas (para que o público possa acompanhar), convite a artistas importantes, que ajudaram a fazer a história Alinhar ao centrodo Festival e shows locais, valorizando os artistas da terra. Mas é importante que se tenha a clara noção de que tudo dependerá do que se conseguir arrecadar e das pessoas que se apresentarem para colaborar.

RESPONSABILIDADE CULTURAL

O Festival atrai um público bonito, jovem e diferenciado.l Tornou-se uma espécie de Universidade onde os artistas podem interagir com outras culturas, aprendendo e aperfeiçoando a arte da composição e formando dignos representantes da música produzida em nossa cidade. Para os artistas da região, representa uma referência, um dos últimos sobreviventes de uma época de ouro em que os festivais pipocavam por todo o país. O evento também goza de grande prestígio junto a artistas que vem dos pontos mais longínquos do país (Sergipe, Manaus, Rio de Janeiro, Salvador, etc). Ganhar prêmios em Alvinópolis representa pontos nos currículos de diversos artistas. Para o público, significa a oportunidade de travar contato com uma música nova, diferente da veiculada pela mídia convencional.

INVESTIR NO FESTIVAL VALE À PENA

Os patrocinadores e parceiros, terão suas marcas e mensagens divulgados através das peças gráficas do Festival (Cartazes, Folders, Releases, jornais, Outdoors, rádio, entrevistas) , divulgação também durante o evento ( locutor-Palco-Banners-telão–outros ) e através da internet ( site do Festival, malas diretas virtuais e links correlatos).

NOVIDADES PARA O FESTIVAL 30 ANOS

O festival em 2010 será realizado com entrada franca na Praça São Sebastião. nos dias 23,24 e 25 de julho. A diferença é que a mostra competitiva acontecerá em apenas dois dias (25 e 26), com eliminatórias na sexta e sábado e premiação dos vencedores no sábado , após show de excelente nível que acontecerá. A iniciativa visa corrigir um problema que vem acontecendo nos últimos anos, quando os vencedores são premiadas sem público algum para prestigiar, esvaziando a importância das premiações. No domingo haverá palco livre, com espaço para que os artistas locais e visitantes mostrem seus trabalhos. A organização tem outras idéias que serão realizadas caso haja interesse por parte da comunidade artística, como realização de FÓRUM de discussões sobre o futuro do Festival, produção de vídeo sobre a história do festival, mostras paralelas, Tenda da Cultura, com Banca de Cds e souvenirs (com artigos dos artistas locais e do festival), livreto com as letras das músicas (para que o público possa acompanhar), convite a artistas importantes, que ajudaram a fazer a história do Festival e shows locais, valorizando os artistas da terra.

CONCLUSÃO

Fazer 30 anos de Festival não é brincadeira.

Quero convocar a todos que amam esse evento a levantar essa bandeira, a hasteá-la para glória da nossa terra.

Durante anos, antes das cavalgadas e exposições agropecuárias, o festival era nosso principal evento.

Com a popularização do cotidiano brasileiro, os festivais e o culto ao pensamento perderam lugar para o entretenimento.

Diversão é necessária sim. As pessoas precisam extravasar, jogar pra fora as mágoas, as psicoses, exorcizar os males. Mas precisam também de reflexão, de interação, de conteúdos. O Festival tem essa cara, de promover o pensamento, de trazer o novo, de provocar e ao mesmo tempo promover o entretenimento.

O Festival é uma bandeira, uma história bonita que vem sendo escrita a milhares de mãos e que se Deus quiser, vamos continuar escrevendo por muitos anos.

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

Em tempo, a arte da marca do FESTIVAL 2010 foi desenvolvida pelo Angelo da Krawy, uma feliz idéia de criar um selo que marque os nossos 30 anos.

O projeto ainda está em fase de desenvolvimento e aberto a sugestões, embora a comissão formada seja soberana para tomar decisões.

http://memoriafestalvi.blogspot.com/

www.alvinews.com.br

www.alvinopolisquepensa.blogspot.com


quinta-feira, 18 de março de 2010

MOONLEVADE


Cá estou eu na lua. Uai, se formos pensar que a lua é um satélite natural, se formos considerar que aqui até temos um bairro chamado satélite e finalmente se considerarmos que os americano chamam a lua de Moon, cá estou eu em Moonlevade. Brincadeiras à parte, por mais que seja perto de Alvinópolis, trata-se de uma cidade bem mais complexa. Aqui tem colônias de todas as cidades próprias: de São Domingos do Prata, de Nova Era, Itabira, S.Bárbara, Barão de Cocais, e Rio Piracicaba, de Caxambú, Ipatinga, Dionísio, Goiabal,Dom Silvério...e principalmente de Major Ezequiel, distrito de Alvinópolis. Desse caldo cultural é que veio a se formar o povo Monlevadense, principalmente à partir dos empregos gerados pela Belgo Arcelor Mittal ( o nome belgo pode ter saído pra eles, pois a maioria continua chamando de Belgo). A cidade é boa de se viver, tem um comércio e setor de serviços muito forte, bons restaurantes, hotéis e tudo mais. O problema maior é a política. Parece que aqui, definitamente, a política não se encerra no pleito. A perseguiçao é implacável. As mídias, quase todas nas mãos dos inimigos, não deram sequer um dia de trégua para o atual prefeito. Nossa política Alvinopolense também tem seus personagens, seus lances, mas passa longe da loucura e da maldade que acontece por aqui. Até entendo porque aqui se chama Moonlevade. Os políticos daqui vivem no mundo da lua, correndo atrás do grande queijo: o queijo moonlevade

domingo, 14 de março de 2010

UMA DIA NOS TELEPORTAREMOS


Se eu tivesse o equipamento de teleporte da nave enterprise, do filme Jornada nas estrelas, saberia de cor as coordenadas da esquina do Chiquito na rua de cima e nas madrugadas me teleportaria para aquele lugar sagrado, já de encontro marcado com Luizim Parreco, Jovelino, meu irmão Roger e levaria junto o Juninho do Alvinews.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

FUTURO DO PRESENTE

Juninho(Alvinews), Prefeito Galo Indio e Nicole, esposa do Juninho

Minha postagem "Alvinópolis, 2035"foi publicada em jornal local e logicamente, muito me orgulhou. Não me canso de dizer que o sonho antecede as realizações. Muitos me chamam de sonhador, de forma pejorativa, mas isso não me aborrece, pois sou mesmo um sonhador assumido. E vou confessar mais uma coisa: sou mesmo um tremendo puxa saco das pessoas que gosto. Por isso, melhor mesmo que saibam que apoio e apoiarei o Galo Indio como apoio desde antes dele pensar em ser prefeito, desde que moramos juntos na República dos Anjos em Belo Horizonte, desde que se tornou vereador e agora, já até começo a pensar que ele tem carisma suficiente até para vôos mais altos. Mas me permito dar alguns palpites sobre coisas simples que podem fazer a diferença. Já opinei à respeito da situação da cultura e acho que as coisas chegaram a bom termo com a indicação do Magela como presidente da Fundação Casa de Cultura da cidade. Não que a Mariângela não fosse uma boa presidenta. Muito pelo contrário. Pessoa trabalhadora e capacitada ela é. Ronilson também sempre foi um batalhador, embora venha tendo uma postura oposicionista nos últimos tempos. Marina de Darcy também seria uma ótima indicação, assim como a Clara. Porém, Magela com seu talento para se relacionar com pessoas, lapidado em anos como gerente da Minascaixa ( no tempo dele, gerente da caixa era tão importante quanto juiz de direito e prefeito), me parece ser uma indicação de consenso, que embora não venha exatamente da cultura, será capaz de juntar os polos, de ser um ponto de racionalidade num cenário muitas vezes de divergências políticas ou mesmo ideológicas. Ele precisará do apoio de todos em termos de conteúdo e de logística, mas com seu talento gerencial, saberá conduzir a cultura de forma tranquila. Penso até que já está na hora de uma reunião com o pessoal para conversar sobre a FESTA DA CHITA e o FESTIVAL deste ano. Existe uma corrente que aconselha o prefeito a juntar os dois eventos, como forma de diminuir despesas. Eu, sinceramente, considero uma temeridade. O FESTCHITA é um evento que tem seu universo estético e cultural, que está no início de consolidação e merece ter tratamento diferenciado. O mesmo acontece com o Festival, que chega aos 30 anos e também merece uma atenção também especialíssima. Já fiquei sabendo que existe a disposição de um deputado em liberar verba pros eventos, mas que existe uma delicada costura que precisa ser feita para não acontecer como no ano passado, quando a verba acabou não saindo. Precisamos também cuidar para que pessoas oportunistas não apareçam em cima dos eventos, reivindicando espaços não merecidos, prometendo patrocínios que não aparecem e botando banca de presidentes de honra da cultura, sem nenhum mérito ou histórico que justifique o título. Pessoal. Estou residindo em uma cidade que tem economia forte e um futuro fantástico pela frente. Mas Alvinópolis tem tradição cultural e voltou a ser a cidade da moda desde que Galo Indio assumiu.
As festas de Alvinópolis voltaram a ter fama .
Se repararmos bem, todas as festas feitas desde a posse do Galo deram super certo. Se fizermos nossas partes direitinho, se dermos suporte para toda essa capacidade de aglutinação do nosso prefeito, vamos exportar cultura e quem sabe, dar suporte ao próximo grande político Alvinopolense desde José Santana de Vasconcellos. O Galo ainda nem cogita isso, mas carisma ele tem de sobra.
Luciano Roza(Sec. Cult de Monlevade), Galo Indio e Samuel ( Promoshow)

OBS - Em próximo artigo, ousarei dar alguns pitacos sobre algumas coisas que podem ser feitas bem antes de 2035, até mesmo no atual mandato, até mesmo à partir da próxima semana. Um abraço a todos.