domingo, 25 de abril de 2010

CONSTRUINDO PONTES

Fui a Alvinópolis no final de semana. Vi e ouvi muita coisa boa. Tive oportunidade de fazer uma pequena caminhada com meus eternos parceiros caminhantes, Luizim Parreco e Roger Nheco. Um dia ainda vamos caminhar para nossa Compostela. Se não der, pelo menos até Catas Altas ou Fonseca. Por enquanto, até o campo de aviação tá de bom tamanho. Muito embora que a gravidade é alta lá em cima e o amigo Parreco tem de carregar um bom peso. Mas voltando à lista de coisas boas. tive oportunidade de conhecer a orquestra de flautas da Bio Extratus. Trabalho muito bacana que já vai dando seus frutos. Foi emocionante ouvir a maestrina Natália tocando flauta. Ela toca com um prazer que é visível, bonito de ver, estimulante, pleno de vida e de brilho nos olhos. Foi bom também para conversar com algumas pessoas com quem não falava a muito tempo, como Vera e Lindouro, como Marina e Clara, como Leão, Surdico, Cidinha e Crys.Foi bom rever meu pai, passarinho assoviando em looping uma música da igreja que grudou de um jeito em meu ouvido, que não consigo desassoviar, minha mana Mirella, lúcida que nem ela só. Foi bacana ver a alegria da minha filha Rísia, brincando com a Myla e depois chorando ao ir embora de Alvinópolis ( ja vi essa história antes). Foi bom também conversar com o velho amigo Galo Indio e ouvir o seu sim para o festival, evento que ele graças a Deus, valoriza, mesmo com tantas pessoas lhe dizendo que são contra, que deveria investir só em festa pra cavalo e boi. Vejo muitas coisas boas em nossa terra. O que me entristece é saber que por causa de desavenças de ordens diversas, muitos espíritos não dão cola, são difíceis de se conciliar, impregnados pela velha política local que infelizmente, continua como impeditiva para que algumas coisas muito boas aconteçam na cidade. Resta-nos rezar à N.S. do Rosário e todos os anjos e santos que nos acompanham. Que eles iluminem nossas mentes para que possamos relevar as políticas pequenas e convergir em nome das obras edificantes. Sonho com uma Alvinópolis em que possamos construir pontes ligando várias pessoas do bem que andam desconectadas por causa da politicagem que nos dispersa. Sei que ainda estamos longe do ideal, mas não vou deixar de tentar costurar algumas almas, mesmo que me torne um engenheiro quixote nessa mundo, lutando contra os meus moínhos de vento.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

MAIS PERTO E MAIS LONGE

Por incrível que pareça, embora tenha diminuído a distância física para Alvinópolis ( cidade mais importante do universo), me entristeço pois não tenho conseguido ir mais à minha cidade e nem me inteirar tanto das suas coisas como fazia a alguns meses atrás. Minhas atuais atribulações tem me consumido muito tempo. Porém, espero e rezo a N.S.do Rosário para que me ajude, que estique o meu tempo, que apazigue as bestas-feras que me espreitam, que me faça ser mais eficiente e consiga ajudar mais pessoas através do meu trabalho. Enquanto isso fico sabendo noticias de longe lendo as notinhas no Alvinews. Pelo visto, existe uma oposição em fase de engorda na cidade. Não sei se representativa, mas no que diz respeito ao mural do Alvinews percebo um aumento substancial de uma certa revolta. Temos de considerar também que a internet é um lugar de jovens e que a juventude tende à rebeldia. Porém, melhor ficar de olho e monitorar. Em primeiro lugar, para avaliar se as demandas são relevantes, se realmente procedem ou se são as famosas invencionices oposicionistas para cutucar, provocar a situação no poder. Noto críticas por exemplo à saúde, quando nas minhas andanças e conversas com pessoas de várias cidades, o que percebo é que Alvinópolis está dando um show nessa área. Percebo também reclamações de que nada é feito em termos de cultura, mas a prefeitura tem realizado apenas eventos de sucesso. Sei que cultura não é só isso, mas também dizer que nada é feito não é justo. Na área da assistência social, vejo que o pessoal tem feito um bom trabalho também e divulgado suas ações, o que se constitui um exemplo que deveria ser seguido pela administração em geral, tendo por exemplo um blog ou site para manter o público atualizado sobre as ações do governo. Já com relação à Educação é que infelizmente só tenho lido e ouvido críticas. Quem sabe se o secretário começar a se comunicar com o povo? Por exemplo, o portal Alvinews enviou uma proposta de entrevista para ele que nunca foi respondida. Pode ser que ele não tenha recursos suficientes, pode ser um monte de coisas, mas jamais ficaremos sabendo se ele não se comunicar.

sábado, 10 de abril de 2010

MAL NECESSÁRIO

A política é um terreno pantanoso, cheio de cobras e escorpiões escondidos à beira dos caminhos. Mas não dá para evitá-la. Há os que se prestam ao exercício da hipocrisia, das conveniências momentãneas, dos embrustes, do chão que falta e da ponte que surge do infinito, permitindo a passagem dos malabaristas. É habitat de malandros master, mafiosos, contadores inescrupulosos, pastores de Deuses tortos, empresários donos de almas, jogadores, entre outros demônios encarnados. Há poucos e raros homens de bem na política. Quando surgem, muitas vezes são engolfados por chantagens, por armadilhas travestidas de corrupção, por seduções dos lobos com suas peles de cordeiro ou mesmo ceifados em emboscadas, muitas vezes mortos em companhia de mulheres que nunca viram, associados a crime passional que nunca aconteceu, para simplesmente limpar o caminho para os donos dos pedaços, coronéis no anonimato, hoje mais perigosos, porque invisíveis. Por isso, políticos do bem, tá na hora de se graduarem em algum tipo de malandragem, se pós-graduarem em métodos maquiavélicos, na arte da guerra e em métodos de guerrilha, isso sem se bandearem para o lado negro da força. Dizem que o maniqueismo é uma das cegueiras do mundo. Maior cegueira é deixar que o inimigo chegue com a arma em sua casa, derrube a sua porta, mate a sua familia e leve embora a sua dignidade. Que Deus esteja do nosso lado.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

INIMIGOS DO FESTIVAL

Sei que o Festival da Música tem seus inimigos. Já me foi dito por pessoas de bom nível que é só falar em Festival que muita gente começa a torcer a cara, a dizer que odeia, que é um evento que deve acabar, pois só agrada a meia-duzia. O que me assusta é ouvir esse tipo de argumento de pessoas de bom nível. Se formos pensar bem, escola é uma coisa que as pessoas só vão por que tem mesmo de ir, por obrigação. Se você der opção para as pessoas de não ir a escola, a maioria vai matar aula. Pois bem! Então vamos acabar com as escolas. Pra maioria, ler livro não tá com nada. Bons mesmo são o jornal super e a revista caras. Vamos acabar com os livros então. Outra coisa chata é a tal da poesia, da literatura. Trem chato, sem nenhuma necessidade prática. Vamos acabar com essa tal de poesia. Vamos dinamitar a música clássica, o jazz, o chorinho. Vamos tocar apenas sertanejo, axé e funk. Os outros gêneros merecem morrer. Santa ignorância, hein batman? As vezes me lembro de uma canção dos Engenheiros do Hawai que diz: "eu me sinto um estrangeiro", aliás, talvez estrangeiro seja pouco. Tô mais para Alien... Só que os Aliens não desistem jamais. Vejo nos olhos da meninada festivaleira o brilho que já tive um dia. É uma galera talentosa, que ainda está dando os primeiros passos, mas já mostra evolução. Num Festival de Música, são pelos menos 20 músicos novos que se revelam, tendo a oportunidade de mostrar sua criatividade para um bom público. Mas com tudo isso, ainda tem gente que é contra, que trabalha contra, que faz lobby contrário. Mas não tem problema. Chegamos ate os 30 e se Deus quiser e depender dos Alvinopolenses da gema, chegará aos 60 e daí vai...

sexta-feira, 2 de abril de 2010

PITAQUEANDO

RUA DE CIMA

Como anda a rua de cima? A esquina do Chiquito, pelo que me disseram recebeu muitas melhorias né? E O Bambuzal tá no lugar, com a cabeleira bem cuidada? Não tá precisando usar boina que nem eu não, né? A Rua São José, como está? Como está aquele calçamento, que sempre foi irregular? Como anda a praça Padre João Bosco, que da última vez em que estive na cidade estava meio judiada? E aquele muro da igreja matriz? Tá pintadinho de branco ou com rachaduras pretas, sujo, feioso? E os paralelepipedos da rua da igreja? Não tirem de lá hein? Pelamordedeus.

RUA DO FOGO

Puxa vida. Um alivio quando a gente sobe a pé da baixada no tempo de frio e chega no alto, depois de subir da ladeira dos Italianos. Só quem conhece o trajeto sabe o efeito. Quando a gente chega no topo, a temperatura aumenta em muitos graus. Fenômeno incrível. Será que é por isso que se chama rua do fogo? Vai saber...

BAIXADA

A turma tá jogando peteca ainda? Não desviciaram? Alguém reclamou de falta de esporte no Alvinews. Pelo menos o povo anda petequeando.

ESPORTES

Mas realmente, quem lê aquele artigo do Afonso sente saudades. E quem não viu pelo menos um pouco da glória do Industrial e Alvinopolense, sente saudades assim mesmo. Saudades do que não viu e os mais antigos contam.

GASPAR

E o Bairro do Gaspar? Continua com aquele asfalto meia boca? Puxa vida. Aquilo sempre me deu um desespero danado. Ninguém consegue arrumar Quando chove então é uma barreira que desce do bairro do monte e a cidade fica toda amarelada, barrenta. São coisas que acontecem há anos mas ninguém cuida. Parece que nem faz diferença.

COBERTOR CURTO

A Prefeitura recebe o dinheiro do fundo de participação e tem de dividir esse dinheiro para vários objetivos. Não sobra pra muitas coisas que parecem essenciais. O próprio prédio da prefeitura está caindo aos pedaços. A realidade é cruel. Os prefeitos tem culpa no cartório, pois incham as folhas.

REVITALIZAÇÃO URBANA

Algumas cidades conseguiram realizar um trabalho bacano de revitalização através de parceria com os moradores e desconto em IPTU de quem cuidar bem de sua calçada. Quem sabe não seria esse um caminho para Alvinópolis?

CALÇAMENTO DA AV ANTONIO CARLOS


Vixe, Galo Indio. Eu sei que você é doido pra arrumar a rede de esgotos e calçar direito, mas tem de ter um prazo praquilo ali. Muita covardia com os pobres motoristas. Sabemos que a culpa não é sua, mas o povo ia ficar muito grato viu.

EDUCAÇÃO

Fico sabendo só pelo mural do alvinews e só aparece gente pra descer a lenha. Como poucos aparecem para defender, fica a impressão de que a coisa realmente não tá boa. Não acham importante interagir através da internet? Conversar com o povo? Informar sobre as ações da pasta?

PARQUE DE EXPOSIÇÕES

Tem de cuidar daquilo ali. Me disseram que aquele ginásio que me dá uma raiva danada, pois me senti passado para trás, vai ser finalmente concluído com outra configuração. Será mais um ponto pro Galo Inidio se conseguir. Será desentortar algo que já parecia perdido.

CAMPO DE AVIAÇÃO

Fazer ali de lixão é um erro tremendo, Galo. Descubram um lugar bem feioso para colocar o lixo da cidade, um despenhadeiro , um local desértico, sem vida. O campo tem a melhor vista do mar de montanhas, é um espaço onde as pessoas podem aprender a dirigir, que também serve como motel gratúito, como campo de pouso para discos voadores, enfim, um espaço multiuso, com teto baixo, onde quase podemos tocar as mãos de Deus.

DISPOIS NÓS CONTINUA

Vou parando por aqui, pois a pilha tá acabando. Depois retomo para essa conversa com a minha terra. Prú Tchá!

domingo, 28 de março de 2010

AINDA SOBRE O FESTIVAL


Num Blog que tenho em Monlevade, há pouco tempo escrevi sobre a lição do boxe, de que os grandes pugilistas não são aqueles que sabem bater, mas os que suportam as porradas sem cair. Pois é, pessoal. Vira que mexe alguém me dá uma cacetada. Vou capengando mas aguentando de pé. Não adianta. Por mais bem intencionados que sejamos, sempre haverá alguém para nos atacar, nos achincalhar. Faz parte. Mas não vou dizer que acho agradável. Bom, feito o preâmbulo, entrarei no principal. No ano passado, fizemos o festival à partir de reuniões que tivemos na prefeitura. Nesta reunião, participaram pessoas convidadas pelo vice-prefeito Sérgio Augusto. Dali começamos a modelar o que foi o festival do ano passado. Conheci pessoas sensacionais, que vestiram a camisa com força, como o incansável Alessandro, sujeito supimpa e amigo que muito valorizei e valorizo. Falei também numa mensagem anterior de algumas pessoas da prefeitura que arregaçaram as mangas e ajudaram com força. Marina e Clara foram fundamentais, assim como Mariângela, o pessoal que ficou no alojamento, enfim, um monte de gente que ajudou com força. Só que o festival deste ano tem um diferencial: São 30 anos de realização. Minha idéia é juntar o passado, o presente e o futuro. Trazer de volta algumas pessoas, Alvinopolenses que foram fundamentais nos festivais do passado, pessoas que participaram nos festivais recentes, plantando as sementes dos festivais do futuro ( as revelações que já vem pululando em nossa cidade). Para o pessoal que participou no ano passado, peço novamente a compreensão de que o festival tem uma memória, uma vivência de anos que formatou determinadas regras que tenham certeza, podem não ser benéficas para interesses individuais, mas são importantes para a credibilidade e longevidade do evento. O Festival só faz 30 anos por causa de cuidados, de ações corretivas que foram tomadas por pessoas como Joãozinho, Fred Ozanan, Jovelino, entre outros num passado não muito remoto. Vamos positivar, pessoal. Nos próximos dias, vamos ver se marcamos uma reunião ampla para discutir o festival. Lancei apenas alguns anzóis na postagem anterior. O debate está aberto.

sábado, 20 de março de 2010

30 ANOS DE FESTIVAL DE ALVINÓPOLIS


30º FESTIVAL DA MÚSICA EM ALVINÓPOLIS

Poucas cidades conseguem realizar eventos culturais com tanta longevidade como a cidade Mineira de Alvinópolis. Podemos contar nos dedos os eventos que conseguem transcender a marca dos 10 anos. Por isso, fazer 30 Festivais da Canção é uma marca a ser comemorada e que merece uma edição à altura.

Realizado pela primeira vez em 1976, o Festival de Alvinópolis vem mantendo acesa à chama da cultura, do ineditismo, da música fora de série, de produção artesanal e única.

Nas 29 edições anteriores estiveram representadas cerca de 200 cidades e mais de 2.000 artistas de Minas e de várias partes do país, com público médio de 5.000 pessoas por edição.

Por todas essas razões, a organização deste ano buscará contar um pouco dessa história, homenageando aqueles que ajudaram a trazer o evento até aqui e projetar o festival que queremos para o futuro.

NOVIDADES PARA O FESTIVAL 30 ANOS

O festival em 2010 será realizado com entrada franca na Praça São Sebastião. nos dias 23,24 e 25 de julho. A diferença é que a mostra competitiva acontecerá em apenas dois dias (25 e 26), com eliminatórias na sexta e sábado e premiação dos vencedores no próprio sábado, após show de excelente nível que já está sendo negociado. A iniciativa visa corrigir um problema que vem acontecendo nos últimos anos, quando os prêmios aos vencedores são entregues sem público, esvaziando a importância das premiações. No domingo haverá palco livre, com espaço para que os artistas locais e visitantes mostrem seus trabalhos.

COMISSÃO 2010

A organização do Festival 2010 começou a ser conversada há alguns sábados atrás, em uma reunião com a presença de Marina de Darcy, Clara, , o Prefeito João Galo Índio, Mônica Vieira ( Bio Extratus), a Professora Renata e o novo diretor da Casa de Cultura, Geraldo Magela. Foram convidados ainda a integrar a comissão Paulo Hosken, sócio da Filmavídeo, Juninho do Alvinews e Ângelo Hosken, da Krawy. Outras pessoas ainda virão a somar nesse esforço de fazer um ótimo festival em 2010. A organização tem outras idéias que serão realizadas caso haja interesse por parte da comunidade artística, como realização de FÓRUM de discussões sobre o Festival, produção de vídeo sobre a sua história, mostras paralelas, Tenda da Cultura, com Banca de Cds e souvenirs (com artigos dos artistas locais e do festival), livreto com as letras das músicas (para que o público possa acompanhar), convite a artistas importantes, que ajudaram a fazer a história Alinhar ao centrodo Festival e shows locais, valorizando os artistas da terra. Mas é importante que se tenha a clara noção de que tudo dependerá do que se conseguir arrecadar e das pessoas que se apresentarem para colaborar.

RESPONSABILIDADE CULTURAL

O Festival atrai um público bonito, jovem e diferenciado.l Tornou-se uma espécie de Universidade onde os artistas podem interagir com outras culturas, aprendendo e aperfeiçoando a arte da composição e formando dignos representantes da música produzida em nossa cidade. Para os artistas da região, representa uma referência, um dos últimos sobreviventes de uma época de ouro em que os festivais pipocavam por todo o país. O evento também goza de grande prestígio junto a artistas que vem dos pontos mais longínquos do país (Sergipe, Manaus, Rio de Janeiro, Salvador, etc). Ganhar prêmios em Alvinópolis representa pontos nos currículos de diversos artistas. Para o público, significa a oportunidade de travar contato com uma música nova, diferente da veiculada pela mídia convencional.

INVESTIR NO FESTIVAL VALE À PENA

Os patrocinadores e parceiros, terão suas marcas e mensagens divulgados através das peças gráficas do Festival (Cartazes, Folders, Releases, jornais, Outdoors, rádio, entrevistas) , divulgação também durante o evento ( locutor-Palco-Banners-telão–outros ) e através da internet ( site do Festival, malas diretas virtuais e links correlatos).

NOVIDADES PARA O FESTIVAL 30 ANOS

O festival em 2010 será realizado com entrada franca na Praça São Sebastião. nos dias 23,24 e 25 de julho. A diferença é que a mostra competitiva acontecerá em apenas dois dias (25 e 26), com eliminatórias na sexta e sábado e premiação dos vencedores no sábado , após show de excelente nível que acontecerá. A iniciativa visa corrigir um problema que vem acontecendo nos últimos anos, quando os vencedores são premiadas sem público algum para prestigiar, esvaziando a importância das premiações. No domingo haverá palco livre, com espaço para que os artistas locais e visitantes mostrem seus trabalhos. A organização tem outras idéias que serão realizadas caso haja interesse por parte da comunidade artística, como realização de FÓRUM de discussões sobre o futuro do Festival, produção de vídeo sobre a história do festival, mostras paralelas, Tenda da Cultura, com Banca de Cds e souvenirs (com artigos dos artistas locais e do festival), livreto com as letras das músicas (para que o público possa acompanhar), convite a artistas importantes, que ajudaram a fazer a história do Festival e shows locais, valorizando os artistas da terra.

CONCLUSÃO

Fazer 30 anos de Festival não é brincadeira.

Quero convocar a todos que amam esse evento a levantar essa bandeira, a hasteá-la para glória da nossa terra.

Durante anos, antes das cavalgadas e exposições agropecuárias, o festival era nosso principal evento.

Com a popularização do cotidiano brasileiro, os festivais e o culto ao pensamento perderam lugar para o entretenimento.

Diversão é necessária sim. As pessoas precisam extravasar, jogar pra fora as mágoas, as psicoses, exorcizar os males. Mas precisam também de reflexão, de interação, de conteúdos. O Festival tem essa cara, de promover o pensamento, de trazer o novo, de provocar e ao mesmo tempo promover o entretenimento.

O Festival é uma bandeira, uma história bonita que vem sendo escrita a milhares de mãos e que se Deus quiser, vamos continuar escrevendo por muitos anos.

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

Em tempo, a arte da marca do FESTIVAL 2010 foi desenvolvida pelo Angelo da Krawy, uma feliz idéia de criar um selo que marque os nossos 30 anos.

O projeto ainda está em fase de desenvolvimento e aberto a sugestões, embora a comissão formada seja soberana para tomar decisões.

http://memoriafestalvi.blogspot.com/

www.alvinews.com.br

www.alvinopolisquepensa.blogspot.com