domingo, 23 de dezembro de 2012

GAME OVER

Que venha o próximo ciclo...

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O FESTIVAL 2012 FOI MUITO BOM, APESAR DAS DIFICULDADES

Fiquei muito feliz com os resultados. Com todas as dificuldades, o Festival aconteceu e repetiu a qualidade de sempre. Agradecemos aos participantes que prestigiaram. Isso prova que o Festival tem nome, apesar do prêmio pequeno. Gostei muito da música vencedora. Até parabenizo o corpo de jurados, pois apesar de ser lindíssima, é uma música difícil, de harmonia até mezzo profana, se considerarmos o cancioneiro brasileiro, feito de melodias e letras simples. Marinho San é um mestre e vem nos prestigiando há alguns anos. Nico, que ganhou o segundo lugar, veio no ano passado, encantou e encantou-se com a cidade. Retornou e faturou o segundo lugar, com justiça, mas poderia até ter vencido também que o prêmio ficaria em boas mãos. O terceiro lugar, também é um sujeito que está sempre vindo a Alvinópolis, um violeiro da melhor estirpe, o meu amigo Diorgem Jr. A melhor letra ficou com outro grande nome, que esteve no ano passado com a lindíssima Manifesto H20, o papa-festivais Walter Dias. E a melhor interpretação ficou para a banda local HARD CASE, que realmente tem uma qualidade de cair o queixo. Outros artistas merecem referência, mas estou falando à partir da audição da pré-seleção, já que não estive presente no festival em si. Mas como eu disse, valeu pra caramba. Já chegaram comentários de que no ano que vem vai ter um super-festival, que não será apenas um "showzim no Nicks". Eu pelo menos ficarei muito feliz se isso acontecer. Baterei palmas e soltarei foguetes. O que importa é que aconteça e com muito brilho. O ultimo festival num governo do PMDB foi excelente, realizado na praça São Sebastião, tendo à frente da organização Mariãngela Repolês, minha mestra, a quem devo muito e jamais pagarei(rs). Se for ela na organização, com certeza será um Festival muito bacana. Se vierem shows grandes, se tiver mais investimento, melhor ainda. Esse ano, penso que tivemos o ato de grandeza de nos esforçar, com pouca verba, estrutura pequena, para não deixar que a peteca caísse, para não deixar principalmente os artistas jovens sem um evento tão esperado pela comunidade artística. O Festival, mesmo pequeno foi bacana e quem se envolveu, gostou. Quanto às provocaçõezinhas e perseguições pontuais,  essas já não me afetam em nada. Fazem parte e nunca deixarão de existir. E que venha o 33º Festival. E viva Alvinópolis!!!

SAUDENSES AMIGOS DE ALVINÓPOLIS

Graças a Deus, ficou pra trás aqueles tempos de rivalidade entre Dom Silvério e Alvinópolis e isso se deve a alguns acontecimentos recentes e à própria evolução das sociedades. Mas dois acontecimentos recentes ajudam a sedimentar ainda mais o caminho para uma integração maior e para uma mútua admiração. Eu sempre gostei muito de Dom Silvério, cidade que considero muito bonita, rica culturalmente e que fica perto, muito perto de Alvinópolis. Mas como eu dizia, dois acontecimentos relativamente recentes fizeram com que o relacionamento inter-cidades ficasse ainda mais sólido. O primeiro acontecimento foi a instalação da Bio Extratus em Alvinópolis. A vinda da Fábrica para Alvinópolis, o crescimento da empresa em solo Alvinopolense e sua reconhecida importância para a economia local, fizeram a diferença e praticamente inseriram Alvinópolis no mapa do país ( há alguns anos atrás, o Festival de Música fazia isso). E mais presentemente, tive a oportunidade de conhecer José Maria Repolês e Ana Maria Cotta, sua esposa. José Maria, prefeito de Dom Silvério e sua esposa, são apaixonados por Alvinópolis e estão sempre na cidade. A filha deles é casada com o Thiago, filho da Vera e do Lindouro da BioExtratus. Mas independente disso, sempre participam dos eventos culturais, estão sempre presentes, assim como fizeram uma administração sensacional em Dom Silvério. Quem visita a cidade vizinha tem uma excelente impressão. Ruas sempre limpinhas, tudo organizado e uma gestão exemplar. E para demonstrar que a boa relação com a cidade não fica apenas na simpatia, José Maria, que é hoje também presidente da AMEPI, destinou verba da prestigiosa Associação dos Municípios do Médio Piracicaba para o Festival de Alvinópolis, reconhecendo a importância do nosso festival como importante evento vitrine para os artistas de toda a região. A contribuição da AMEPI, ajudou e muito para que o Festival deste ano fosse realizado e em nome da cidade, agradeço a AMEPI, ao José Maria e a Ana Maria. E só pra terminar esse post, fico curioso de saber o que o José Maria vai fazer agora, já que elegeu seu sucessor e não mais estará na AMEPI. É obvio que continuará "politicando". Espero que continue levantando uma das bandeiras que hasteou na AMEPI, da duplicação da BR 381. Pelo que percebo, pela guerra de informações no ar, ainda tem muita agua pra passar debaixo dessas pontes... 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

OS FESTIVAIS, O JURI E O PÚBLICO.

Hoje me dei conta de uma coisa. Dos 32 Festivais da Música em Alvinópolis realizados até hoje, não estive presente em apenas dois. O primeiro e o deste ano. É obvio que estou chateado de não estar em Alvinópolis neste evento que pra mim é mais importante que qualquer Rock In Rio, copa do mundo ou o que for, mas é que já tinha realmente um compromisso inadiável: aniversário da minha filha, Rísia. De qualquer maneira, ajudei como pude nos últimos meses. Já falei e volto a repetir: festival pra mim é como se fosse universidade, faculdade, uma escola que ajuda a lapidar os trabalhos musicais e literários. Os artistas se apresentam com dois focos distintos: o corpo de jurados e o público. Não é fácil agradar ao juri. Ali sempre estão pessoas do meio musical, literário, professores de português, produtores, artistas, jornalistas, poetas, pessoas que tem vivência e preparo intelectual. Agradar o público também não é fácil. Arrancar aplausos, emocionar, criar identificação não é tarefa fácil. E ainda tem outra questão. Muitas vezes o artista agrada ao público, mas não agrada o juri. A platéia muitas vezes se revolta sem saber qual foi a minúcia vista pelo juri, que o público não enxergou, por não ter as letras nas mãos, as vezes por não ter conhecimento técnico. O contrário também acontece. Muitas vezes o artista agrada o juri, mas não emociona o público. Agora, quando o artista consegue as duas coisas é o máximo. Já vi isso acontecer algumas vezes. Tem artistas de tamanha capacidade interpretativa, que fazem com que uma música nem tão boa assim cresça, se faça gigante. Só sei de uma coisa. O Festival é um evento muito bom pros artistas, principalmente pros compositores, tão sem espaço pela preferência do público e até dos donos dos bares pelos covers. Mas sinceramente? Mais do que nunca, tá precisando haver uma renovação de conteúdos. Precisamos de músicas novas, capazes de espelhar nosso tempo, letras que vão além das temáticas pobres veiculadas pelas nossas mídias. 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O FESTIVAL NÃO É DE NINGUÉM E É DE TODOS

Desde os primeiros anos, a prerrogativa de se fazer o festival coube ao poder público municipal por uma razão muito simples: sem o patrocínio majoritário da prefeitura é quase impossível fazer um festival maior, com melhores prêmios e estrutura. No entanto, se os prefeitos e seus assessores resolvem que não vale à pena investir, a comunidade cultural faz assim mesmo. É o que está acontecendo em 2012. Vai ser pequeno, mas aconchegante e terá qualidade, como sempre. E terá o mais importante, que é a participação dos artistas da cidade, que são muitos. Hoje uma pessoa me falou: - Marcos Martino, você é um bobo mesmo. Fica se esforçando junto com o Alessandro para que o festival aconteça, mesmo pobre, mesmo sem dinheiro! Ora bolas. Tem pessoas no mundo que tem atitude de grandeza, de pensar além do momento presente, de pensar nos compositores, nos artistas novos, que não tem espaços para se apresentar. Essa mesma pessoa que me chamou de bobo, também me provocou dizendo que no ano que vem o novo governo vai fazer um super-festival, que vai investir dinheiro, trazer show nacional na praça e que não vão me chamar pra nada. Em primeiro lugar, não posso reclamar. Em festival realizado pela turma do 15, fui até homenageado, tendo uma das maiores emoções da minha vida, quando o grupo vocal Elo de João Monlevade cantou a música Do Outro Lado do Espelho. E um dos festivais que fizemos com maior sucesso de público, também foi o realizado em parceria com a prefeitura em 2006, se não me engano...ou 2002. Lembro que era época de copa do mundo. Foram 10 dias de festa na Praça, com grande participação popular.  E Puxa vida! Se o pessoal resolver realmente investir, soltarei é alguns foguetes. Tudo que eu quero é que esse festival permaneça aberto, em plena atividade, pois pra mim é uma universidade da música. Já falei isso diversas vezes e repito. Se acontecer, ficaremos muito felizes mesmo. Isso significará que nosso esforço valeu à pena. Tomara mesmo, pois bons nomes do lado do Milton é que não faltam. Tem a Mariângela, minha grande incentivadora,  que fez excelentes festivais. Tem a Ana Therezinha, tem o Marcelo Xuxa, enfim, uma turma muito boa, com legitimidade pra trabalhar a cultura e que não vão deixar a peteca cair, muito pelo contrário, vai querer mostrar que sabe como fazer e que valoriza o Festival, que não é da prefeitura, mas de todos. Mas por enquanto, vamos nos ater ao Festival 2012, que vai acontecer daqui há 11 dias apenas. E bom festival pra todos...

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

FESTIVAL - NÃO PODE É FICAR SEM FAZER

Não é teoria da conspiração, mas sim o pensamento de alguém que sempre esteve envolvido com o festival, de uma forma ou de outra. Desde muitos anos, existem várias pessoas doidas pra acabar com o festival, cada um com seus motivos. Há alguns anos, o argumento era de que só atraia malandros e drogados para a cidade. Depois, passaram a dizer que festa mesmo era cavalgada e exposição agropecuária. E da-lhe argumento de que a festa já havia caído do galho em várias cidades, que ninguém mais fazia festival e por aí vai. Hoje, ainda tem uma série de inimigos. Recentemente tive de ouvir que com a criação da festa da chita, não havia mais sentido fazer o festival, pois era uma festa cultural muito mais interessante. Ora, reconheço a importância da festa da chita, mas são eventos de naturezas completamente diferentes. Um não anula o outro. Se podem ser feitos juntos? Ora, podem sim. Desde que seja pensada uma forma criativa de preservar o que cada evento tem de melhor. A Festa da Chita tem um clima junino, com o colorido das peças, com todo um clima que remete ao forró e as quadrilhas.Mas com planejamento, dá pra fazer sim. Quem sabe com o festival acontecendo de dia e um forrozão na praça à noite. Seria interessante. Mas voltando ao Festival 2012, este ano foi realmente mais difícil de realizar. Esperou-se até a ultima hora a confirmação de alguns patrocinadores habituais, que desta vez resolveram ficar de fora. Tivemos de ser criativos, reduzir gastos, mas não deixamos a peteca cair. Os críticos, como não poderia deixar de ser, dizem que estamos diminuindo a importância do evento e outras besteiras. Muito pelo contrário. Estamos realizando com todas as dificuldades. O Nicks é um templo sagrado da música Alvinopolense. O espírito do grande Nô de sô Nico estará conosco, ele que foi um grande incentivador e que trazia as novidades do mundo para os jovens da época. Fazer o festival no Nicks não é diminui-lo de maneira alguma. Aliás, realizá-lo no Nicks nos ensinou que vale à pena sempre definir um local onde as pessoas possam ficar sentadas para ouvir os artistas e interagir com eles. Nos espaços grandes, a dispersão faz com que os artistas muitas vezes fiquem sozinhos, sem atenção de ninguém, só do corpo de jurados. No Nicks, a proximidade e o calor humano são muito interessantes. Embora que este ano tá um calor infernal(rs). Só pra finalizar essa postagem, quero relembrar um fato. Teve um ano, que o amigo Ronilson Bada fez um festival praticamente sozinho, realizado no Nicks Bar. Muita gente criticou, mas eu elogiei. Neste festival, se não me engano, Ronilson contou com apoio apenas da Esther Sanches. Quando acabou o Festival, fui até o Ronilson e agradeci. Ele salvou o Festival. Ronilson é um dos heróis, um desses Alvinopolenses que ama a cidade e a cultura. Este ano, o herói é o Alessandro. Ainda bem que temos pessoas como eles. Em próximo post, vou falar sobre um Festival muito bacana mesmo, que durou 10 dias, feito em parceria com o Angelo da Krawy...e foi num governo do Milton. 

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

CAUSOS PITORESTOS DOS FESTIVAIS E ALGO MAIS...



CANTORES DISFARÇADOS

Dois cantores de Alvinópolis, em um certo ano, inscreveram-se com pseudônimos e chegaram para se apresentar disfarçados. Eles achavam que ser de fora dava ibope.

O NOME MAIS ENGRAÇADO

Uma vez teve um cara que se inscreveu com o nome artístico “Tchau com as duas mãos”

CIGARRINHOS PROIBÍDOS.

Teve um festival que um grupo de BH chegou e tinha chances até de ganhar o festival. Só que deram uma azar incrível. Estavam procurando um lugar sossegado para acender seus cigarros especiais. De repente viram um lugar maneiro: o adro da matriz de Nossa Senhora do Rosário.
Eles não imaginavam que estavam fumando seus cigarros proibidos na porta da delegacia. Ali mesmo foram autuados e tiveram algumas dores de cabeça com aquele delito  muitos anos.

MISTURA EXPLOSIVA

Teve uma vez em que o Verde Terra foi apresentar-se em Caratinga. Lá chegando, fomos até uma rádio local para conhecer e falar sobre o festival.O Ricardão levava consigo um cantil. Aquele cantil era um verdadeiro misturador de venenos. Qualquer bebida alcoolica cabia ali dentro. Devia ter uma mistura de conhaque, com vodka, com wisck, com gim, um coquetel pra bebum nenhum botar defeito. Naquele dia, fazia um sol de uns 39 graus e estávamos lá, na porta da rádio aguardando o cara que iria nos entrevistar. Ricardão colocou seu cantil em cima do murinho da rádio. O cantil ficou no sol. De repente, o cantil explodiu, a tampa foi parar longe. A reação em cadeia foi sinistra..

O INCRÍVEL ACONTECEU

Uma cena insólita aconteceu, não me lembro exatamente onde. Estávamos num hotel, não me lembro de qual cidade. Aguardávamos a hora de irmos nos apresentar. Havia no quarto um guarda roupas e uma televisão por cima, que assistíamos. De repente, o jovelino, que estava deitado num colchão no chão começou a falar: ó, ó, ó...óhhhh. O guarda-roupa caiu com televisão e tudo. O Guarda roupas espatifou-se no chão e a televisão caiu no colo do Jovelino, que a segurou com uma habilidade incrível.

BANQUETE VERDE

Num hotel em Itabira, chegamos em casa as 4 da manhã e estávamos com uma fome danada e não havia nada aberto, nem um biscoito pra comer. De repente Jésus Bereco entra no quarto com vários pés de alface nas mãos. Foi o jeito. No quintal do hotel tinha uma biquinha, pegamos agua e foi o banquete daquela noite.

O DIA DA HERÓINA

Teve um festival num festival que estávamos num bar, próximo ao ginásio. Uma garota local chegou e ficou puxando papo com a gente. Um amigo nosso andava mascando umas sementes de guaraná, que havia comprado no mercado central em Belo Horizonte. Ia mascando aquilo e olhando pra menina. De repente ela se aproximou e perguntou:  - Escuta aqui: que negócio é esse que você está mascando aí? Isso dá barato? – Se dá barato? Isso é heroína, minha filha. Quem masca fica doidão por 7 dias. – Uai, então me dâ um negócio desses aí. – Tá na mão. Só ir roendo...- Valeu. E ela saiu com ele pra dar um rolé e depois que retornaram, sei que essa menina ficou com quase todos os caras que viu pela frente, até alguns do Verde Terra. Heroína mesmo, viu!

O DORMINHOCO

Tinha um componente do Verde Terra que era muito dorminhoco.  O cúmulo foi quando ele dormiu no palco, antes de uma apresentação. É que chegamos ao palco, mas deu um problema no som e os técnicos tiveram alguns problemas pra repará-lo. Enquanto isso, ficamos aguardando. Quando chegou a hora e o apresentador anunciou, era esse dorminhoco que teria de iniciar a música. Mas ele não começava de jeito nenhum. O palco tava meio esfumaçado e só depois de algum tempo vi que ele estava dormindo em cima do violão. Tive de dar um pequeno solavando nele, que começou a música até mais acelerada.

HOMEM CEMIG

No primeiro festival de que participei, o colega Carlinho Gipão fez um comentário interessante. Eu participava com um samba chamado ‘Venha’, tocada pelos Heltons e cantada pelo Jorge de Nego. Só que o Carlinhos começou a me chamar de Homem Cemig,  pois no final da música havia a repetição da frase: você é a energia necessária pra viver.  Não é que dá um belo slogan mesmo?

AMOR PELAS LATINHAS

Teve ano que teve prêmio de caixas de cerveja, que concorrente dormiu abraçado com suas latinhas.

MÚSICAS CENSURADAS

Nos primeiros festivais, algumas letras foram censuradas, por ter conteúdos contra o regime militar.

FESTIVAIS NA PISCINA ( HOJE APAE)

Os festivais, quando realizados onde é hoje a APAE, tiveram como fatos marcantes o frio imenso e a neblina . O palco era alto, construído pela própria prefeitura, feito de madeira. Algumas pessoas recorriam as fogueiras, mas a moda naquele ano foram blusas de cobertor são Vicente, quando não os próprios sobre os ombros. Num desses festivais, em meio à fumaça, apresentou-se um dos vencedores com imagem mais forte: MARCO HOLANDA com seu CAMINHEIRO SOLITÁRIO. 

OS FESTIVAIS NO COLÉGIO

Os festivais no colégio foram excelentes. O público fica aglutinado, fica junto, sentado nas cadeiras disponíveis. As pessoas são direcionadas a assistir as apresentações.  

FESTIVAIS NO PARQUE DE EXPOSIÇÕES

Os Festivais no Parque de Exposições acabam tendo um público muito disperso. O povo fica bebendo nos bares, muito espalhado e a atenção fica dispersa. Poucos levam o festival na memória.

FESTIVAIS NA PRAÇA

Os Festivais na praça, também tem essa característica. A praça é muito grande e oferece outras opções de diversão, principalmente a cerveja gelada com tira-gosto, muita gente bonita circulando, boa conversa, ótimo astral.

FESTIVAIS NO NICKS

No Nicks rola muito calor humano, muita interação, contato muito próximo dos artistas com o público, O problema é que se for um pouquinho a mais de gente, fica desconfortável.

FESTIVAIS NO ALVINOPOLENSE

Já até foram feitos no Alvinopolense,  mas não tiveram boa aceitação. No Alvinopolense pesa a acústica muito ruim, prejudicando as apresentações. A não ser que haja muito som e o conhecimento do técnico antes sobre o ambiente. 

OUTROS ESPAÇOS

O Industrial é um clube do tamanho adequado, tem acústica melhor. Só não conseguimos fazer por falta de laudo do corpo de bombeiros e também pela opção da diretoria por projetos mais populares, com o forró que já é feito com sucesso. O Bar do Edmar na Rua de Cima também é outro espaço interessante, embora muitos da cidade considerem longe. 

O FUTURO

Para este ano, o festival está saindo no peito e na raça. O poder público parece que resolveu ficar fora, mas o festival vai acontecer assim mesmo. No novo grupo político que vai assumir tem ótimas pessoas acostumadas a lidar com cultura, que tem excelentes ideias e muita disposição para trabalhar. Nos últimos anos do Governo Milton, a Mariângela já cuidava da área com muito sucesso. Cada um, em épocas distintas, teve seu papel para que o festival avançasse até chegar a 2012. Eu já disse antes, mas repito: o festival cresce, diminui, estica de novo e novamente aumenta de tamanho. Pra mim, nenhum  foi maior ou menor. Todos tem sua importância. Tomara que a próxima administração invista no festival e retorne a sua organização para julho.